Preciso me preocupar com inflamação?

Recebi este final de semana um e-mail de Harvard sobre como prevenir inflamação no nosso corpo, bem claro, sem enrolação, o que me motivou a escrever aqui no blog sobre este assunto.

Antes de tudo é bom saber que existem 2 tipos principais de inflamação: a aguda, que surge, por exemplo, no dedão do pé ao chutar uma pedra, esta é benéfica, pois ajuda na recuperação do trauma; e a crônica, que é maléfica ao nosso corpo, por contribuir para o início, manutenção ou piora de várias doenças crônicas que reduzem a nossa qualidade de vida, entre elas, artrite reumatoide, doenças cardíacas, artrose, gota, obesidade, fibromialgia, problemas de tireoide, diabetes, Alzheimer, entre outras.

Uma maneira simples para saber se temos inflamação é através da dosagem da PCR-US (Proteína C-Reativa – Ultra sensível). Aqui em Brasília, há laboratório que tem valor de referência até 5 mg/L, porém o ideal é que seja <1 mg/L. Acima deste valor a Sociedade Brasileira de Cardiologia já considera de risco moderado para o surgimento de doença cardíaca.

Quanta doença pode está relacionada com inflamação crônica!

Mas saiba que com uma boa alimentação podemos reduzir a inflamação crônica. Como? Uma boa nutrição vai permitir que a nossa flora bacteriana produza substâncias benéficas, que combatem a inflamação crônica.

A maioria das frutas e vegetais possuem antioxidantes e polifenóis, substâncias protetoras para a nossa saúde. As castanhas e sementes também estão relacionadas com benefícios para nossa saúde. Café, chá verde e chocolate amargo são outras fontes alimentares que reduzem a inflamação no nosso corpo.

O que evitar: alimentos processados devem ser evitados, quanto menos, melhor! 

 

 

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